A parte mais legal pra mim, de
estudar história é quando falamos dos costumes e hábitos do dia a dia dos
homens e mulheres que não foram generais, reis ou figuras carimbadas nos livros
didáticos. Tais como dos europeus que vieram ao Brasil na época em que o nosso
país era apenas uma Colônia de Portugal. Vocês já pensaram como deveria ser a
higiene nesse período.
O hábito do banho diário, de corpo
inteiro, entre os brasileiros, também foi um costume aprendido com os índios.
Felizmente não foram seguidos os padrões europeus de lavar somente algumas
partes do corpo, ou passar panos úmidos, ou ainda com esponjas com essências
perfumadas. Moda na Europa a partir do Séc. XVIII, os “manuais de bom-tom” mais avançados – como esse de autoria do
cônego Roquette, publicado pela
primeira vez em 1845, em Portugal -, receitavam: “(...) Não tenhas horror à
água fria, a não ser que por motivos de moléstia os médicos te proíbam de usar
dela; nunca tive em conta de limpas e asseadas as pessoas que esfregam a cara
com uma toalha molhada, em vez de banharem e lavarem com as palmas cheias d’água
(...) Os banhos de todo o corpo fazem parte de um asseio, porém, (...) basta
que tomes um a cada mês, e que não sejam longos”.
O que acham desse conselho?
Será que ele se aplicaria ainda nos
dias de hoje?
Comentem!
Prof. Edu
